Cidade do México: Chegada e descobertas

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Finalmente posso fazer a Shakira e dizer que ESTOY AQUI! Saí do Brasil de mala e cuia no dia 15 de Junho à noite e cheguei na manhã seguinte, em uma sexta-feira, conhecida carinhosamente como dia da maldade. Então o jeito foi aproveitar o fim de semana e se jogar nessa gigante e até então desconhecida Cidade do México.

O aeroporto fica dentro da CDMX, mas dado o tamanho da cidade, levei pouco mais de 30 minutos no Uber até minha casa. Estou vivendo em La Condesa, um bairro bastante arborizado, colorido e cheio de vida. Basta uma rápida volta na Colonia para perceber que aqui é ABSOLUTAMENTE ENCANTADOR!

cdmx5Já na primeira saída, passei para tomar uns tragos de boas-vindas no rooftop do Hotel Condesa, que tem uma linda vista da vizinhança e oferece todos os tipos de drinks, incluindo obviamente opções típicas à base de Tequila e Mezcal. Preço justo, público bacana e serviço impecável, recomendadíssimo! Depois fiz um “almojanta” no Lardo, que fica pertinho e tem deliciosas opções de pratos com frutos do mar. Muy rico!

cdmx4Claro que já ia rolar uma primeira baladinha, né? Sugeriram que eu fosse ao Leonor, também aqui no bairro, um clubinho cool de música eletrônica com dress code relaxado (leia-se tênis). Mas se engana quem acha que é um lugar desleixado; na porta, os seguranças escolhem com cuidado quem entra, pois o espaço é pequeno. O público é bem guapo (alerta magya!) e animado, lembrando bastante o brasileiro. E a música? Bem, digamos que simplesmente os caras do MGMT estava tocando aquela noite! E outra coisa bacana é que você não precisa ir até o bar, a mesera vem até você para tirar seu pedido e trazer seus bons drink. Será que já considerei pacas?

cdmx2Sábado foi dia de asado, bebê! Entre vizinhos, conhecidos e colegas de trabalho, recebemos umas 10 pessoas para um “churrasco na laje” e funcionou como uma festa improvisada de boas-vindas. Entre mexicanos e gringos falando espanhol, inglês e português, todo mundo se divertiu horrores e ficou até bem tarde, emendando com uma nova visita ao Leonor. Padrísimo!

cdmx6Preciso falar que a ressaca do domingo não estava sendo fácil? O jeito foi dropar engovs e advils e encarar o dia lindo que fazia lá fora! Voltei ao Hotel Condesa e estava rolando o brunch mais absurdo que já vi, mas como o estômago não colaborou, segui sentido La Roma, Colonia vizinha e igualmente charmosa. Lá, comemos no Palmares Azotea, um restaurante rooftop lindo de comida mexicana com Gourmet Twist. Mas o detalhe que realmente ganhou meu coração foi estar tocando Céu Azul, do Charlie Brown Jr., banda da minha amada Santos. Me emocionei, os olhos marejaram e tudo pareceu fazer sentido e estar conectado… Muito, muito amor mesmo! Teria como terminar o fim de semana de forma mais perfeita?

 

Mexico City: Arriving and Getting Around

I  can finally pretend I’m Shakira and shout ESTOY AQUI! I left Brazil June 15th late at night and arrived in the next morning, on a Friday, a.k.a. FRI-YAY. So it would be irresponsible not to get lost in the yet unknown – and gigantic – Mexico City.

The airport is in the city, but it still took me over 30 minutes home. I’m living in La Condesa, a vibrant, bubbly and green neighborhood. A quick walk around this Colonia is enough to see how adorable it is. 

On my first tour, I headed for a few welcome tragos at the Hotel Condesa Rooftop, place that offers a beautiful view and lots of drinks, obviously including options made out of Tequila and Mezcal. Decent price, nice crowd and flawless service: Definitely a MUST GO. Later I had a “lunchinner”at Lardo, restaurant a few steps away with delicious seafood dishes. Muy rico!

Of course I had to go to a night out, right? Following a recommendation, I went to Leonor, a cool and unpretentious club in the area. But if you think it’s a sloppy place, you couldn’t be more wrong. The bouncers can be very picky about who gets in. Lots of flirty and fun guapos y guapas who kinda resemble Brazilians. What about the music? Well, let’s just say that MGMT was playing that night! And another cool thing is not having to go to the bar, since the meseras will take your order and bring your drink on the dance floor. Leonor already holds a special place in my heart…

Saturday was ASADO DAY! We had about ten neighbors, friends and colleagues over for a bbq and it kinda worked as an improvised welcome party. Mexicans and gringos mixed up Spanish, English and Portuguese, everyone had a good time and some survivors stayed till late, heading to Leonor – again. Padrísimo!

Do I have to say how bad my hangover was on Sunday? So I decided to follow Kanye’s advice, made sure to use some help from my sunglasses and Advil and faced the gorgeous day outside. I went back to Hotel Condesa and they were serving the most ridiculous brunch I’ve ever seen. My stomach was a little mad at me, so I headed towards La Roma, a neighborhood right next to mine and just as lovely. I went to a beautiful rooftop restaurant called Palmares Azotea and had delicious Mexican food with a gourmet twist. But what really melted my heart was the fact that it played a song called Céu Azul, from Charlie Brown Jr., a Brazilian band from  Santos, my hometown. I got emotional, had to hold my tears and felt awesome… I just couldn’t believe my ears! It was the perfect end for a perfect weekend ❤

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2 thoughts on “Cidade do México: Chegada e descobertas

  1. E claro que tudo faz sentido 🙏🏽 Amei Mari!! Parece que estou aí com você vivendo tudo isso! Não vejo a hora dessa visita! Vou contar os dias!!!

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